Fórmula 1: Projeções para a temporada 2007 março 23, 2007
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Enfim as máquinas mais velozes voltaram às pistas de fórmula 1. A temporada 2007 que alcança sua 58ª edição teve abertura oficial no dia 18 de março no grande prêmio de Melbourne, no circuito Albert Park. É a primeira temporada após a aposentadoria do heptacampeão Michael Schumacher.
As 11 equipes trabalharam em ritmo acelerado durante toda a pré temporada que começou no final de 2006 e só encerrou as atividades em fevereiro, época de testes oficiais realizados no traçado de Bahrain. As equipes basearam-se em medições do novo pacote aerodinâmico, retocaram ajustes no desenvolvimento de motores, tração e freios, além de ter aproveitado para analisar os resultados do pneu Bridgestone – Esse ano o único fornecedor de pneus no mundial de F1.
Tudo leva a crer numa temporada competitiva, bem diferente dos últimos anos, nos quais a disputa ficou polarizada apenas entre dois pilotos. O atual bicampeão, o espanhol Fernando Alonso disputará a sua primeira temporada pela equipe Inglesa Mclaren, após sucessivas vitórias pela francesa Renault, e já é tido como um dos favoritos. A Mclaren, cujo segundo piloto será o novato Lewis Hamilton, concluiu uma boa temporada e parte forte para a etapa deste ano.
A Honda é outra equipe que está muito bem e isso pode ser produtivo para Rubens Barrichello. Claro, se ele conseguir vencer o duelo interno com Button. Barrichelo é um bom piloto, embora seja muito criticado e até mesmo desrespeitado no Brasil. Ele foi o único piloto brasileiro a permanecer na fórmula 1 após a morte de Ayrton Senna, quando concluiu que deveria dar continuidade a carreira automobilística, apesar do trauma e das pressões. Se Barrichello fosse de fato um piloto ruim, não passaria mais de uma década na principal categoria do automobilismo. Vale lembrar, que ele é o mais experiente do atual grid.Outros grandes destaques do ano serão o Finlandês Kimi räikkönen, que deixou a MCLaren para assumir na Ferrari a vaga de Michael Schumacher e, Felipe Massa, que pelo segundo ano consecutivo guiará a escuderia italiana. Massa e Ferrari demonstraram competitividade e rigor na busca pelo titulo ao estabelecerem tempos baixíssimos nos testes de Fevereiro.Desde 1991 o Brasil não vence um campeonato de F1, quando Ayrton Senna foi tricampeão pela MCLaren. A chance de reverter os últimos acontecimentos pode estar com Felipe Massa, visto que muitos apontam a experiência e a adaptação na Ferrari como principais trunfos para 2007 na carreira do piloto brasileiro.
“A visita de Bush e o antiamericanismo doentio” março 18, 2007
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Há mais de três décadas, Nelson Rodrigues, um dos mais brilhantes dramaturgos do Brasil já se referia aos movimentos de esquerda como marionetes ideológicas: “Claro que a esquerda tem o direito de ser esquerda. O que lhe negamos é o direito de ser tão inepta, tão incompetente, tão irrealista, tão alienada do Brasil e, repito, tão antibrasileira. Examine-se um esquerdista. Ele não chove numa chuva própria. Pensa “idéias feitas”, diz “frases feitas”, sente “sentimentos feitos”. Seu ódio aos Estados Unidos não é realmente um ódio, um sentimento, uma paixão. Não. É uma Palavra de Ordem. Se aqui faz calor, e nos Estados Unidos, frio, foi o imperialismo norte-americano que roubou a nossa neve e a faz chover como papel picado”. Criticado e perseguido por conservadores, moralistas e, óbvio, Marxistas, Nelson Rodrigues não era doutrinário de nenhuma corrente e, concebia bem o típico livre pensador que corajosamente assumia posições incisivas em momentos conflitantes.
A visita do presidente americano, George W. Bush, à América Latina teve como ponto de partida o Brasil. Protestos e agitações foram articuladas pela turma da CUT, MST, UNE, PSOL, PT, PC do B, Marcha mundial das mulheres e por diversas entidades sociais. Além, é claro, da presença de uma quantidade significativa de estudantes universitários que integraram o movimento por pura inércia, ou por sofrerem, provavelmente, de seqüelas doentias de um sentimento esquerdista exacerbado. A referida visita de Bush teve como pretexto inicial, uma reunião com o presidente Lula, a fim de estabelecer acordos e viabilidades em torno da parceria entre os dois paises para a produção e distribuição de etanol como fonte alternativa à matriz energética do petróleo.
Embora não admita, a vinda de George Bush esconde uma estratégia, basicamente política, cujo tema foi escolhido exatamente para colocar em conflito os interesses dos vizinhos Brasil e Venezuela. Afinal, a Venezuela é um grande exportador de petróleo e, estimular o etanol brasileiro como energia alternativa, representa um golpe para Hugo Chávez. Tanto que ele, ao sentir-se ameaçado, rapidamente deu inicio a sua “Cruzada antiBush”, visitando vários paises latinos excluídos da agenda do presidente norte americano. Desta forma, Chávez tenta equilibrar na região os efeitos da ação de seu rival.
O paulistano acostumado com longos congestionamentos teve seu trânsito alçado à situação caótica. A culpa não foi exclusiva da desordem dos manifestantes e
teve efeito em conjunto com o megaesquema de segurança preparado para blindar o presidente mais poderoso do mundo. O paulistano nunca se sentiu tão “protegido”.
A manifestação do ultimo oito de fevereiro não foi uma ação pacífica, houve claro confronto entre policiais e manifestantes. A polícia ao tentar conter as ações de alguns baderneiros e vândalos, fez uso de cacetetes, spray de pimenta, balas de borracha e até mesmo gás lacrimogêneo. Vale lembrar, que um nacionalismo impetuoso acompanhado por atitudes xenofóbicas, como queimar a bandeira americana em praça pública são elementos que configuram preconceito e intolerância.
Suscitam algumas reflexões sobre o sentimento antiamericano presente nos movimentos latinos de esquerda. Os aforismos esquerdistas vivem em paradoxos inexplicáveis, como por exemplo, ser favorável ao aborto e ao mesmo tempo defender, no Brasil durante o regime militar, uma indenização para um feto “torturado”, e/ou ser contra a ALCA, (Área de Livre Comércio da Américas, bloco econômico pretendido pelos EUA) mas ao mesmo tempo defender a ALBA (Área de Livre Comércio Bolivariano das Américas, integração latina americana pretendida pelo populista Hugo Chávez) ou então, culpar o embargo comercial dos EUA pela atual situação social de Cuba. Vá entender essa linha de raciocínio.
Os EUA são alvos de ressentimento em qualquer parte do mundo. Não é apenas no Brasil que Bush é visto como um genocida e assassino, o mundo inteiro lhe vê da mesma maneira. As razões são as de sempre: Boicote ao protocolo de Kyoto, invenção quanto à existência de armas de destruição em massa no Iraque durante o regime de Saddan Hussein, violação da Convenção de Genebra e da resolução da ONU que proibia a invasão militar no Iraque, envio de prisioneiros sem acusação formal para a base de Guantánamo, em Cuba, onde dizem que a tortura é prática comum e etc.
O nosso viés terceiro mundista faz-nos olhar para os EUA, meramente, como uma potencia bélica e agressiva que se dedica exclusivamente à captura de recursos naturais espalhados por todo o planeta. Enquanto os EUA, como país produtor de matéria prima agrícola se converteram em potência industrial, bélica e financeira, o Brasil ainda nega o espírito liberal que prioriza o cumprimento de leis e a democracia como modelo de desenvolvimento. Evidente que temos diferenças com os americanos, nossos fatores culturais ainda estão enraizados no processo histórico que culminou numa colonização exploratória de bens de consumo e de mão de obra.
No entanto, nossos movimentos de esquerda insistem em estruturar pensamentos antiliberais e antiamericanos, os quais alimentaram estados tirânicos que subjugaram os
indivíduos como uma massa homogênea. Tais ideologias viraram sinônimos de expressão vazia após o desmoronamento do Muro de Berlim. Contudo, elas ainda estão vivas entre nós, empunhadas como bandeira de esquerda.
Marta Suplicy e seus barracos fevereiro 7, 2007
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Marta Suplicy também fazia coisas semelhantes.
Quem não se esquece da ocorrência de uma famosa enchente na capital Paulista, na qual a prefeita tentando se isentar das responsabilidades discutiu com uma moradora que teve a casa alagada, perdendo móveis e pertences. Pior: Ao vivo no telejornal sensacionalista do Datena.Marta perdeu a postura, bateu boca com a moradora e, no fim das contas, a prefeita acabou sendo expulsa aos berros da casa da cidadã. Nem mesmo expulsa, Marta deixou a arrogância de lado.
Kassab esquentadinho fevereiro 7, 2007
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Quando alguém de notoriedade publica como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab cumpre atitudes com a apresentada nessa ultima segunda feira, costumam dizer que é para “aparecer” ou se “promover” na mídia. A propósito, Kassab sempre precisou de holofotes e de aparições para ser reconhecido pela própria população Paulistana.
Aqui
em São Paulo, Kassab é um verdadeiro desconhecido. Tem cidadão achando que Serra ainda é o prefeito. Ou pior, tem gente que chega a dizer que Marta Suplicy continua sendo a prefeita.
Com uma piadinha alí, um barraco aqui, e com situações vexatórias para um representante publico, Kassab vai se tornando mais “famoso”.
Será mais digno, se o nosso prefeito escolher as políticas publicas como meio de realização de sua vontade: que é tornar-se um governante notável.
Chegada fevereiro 7, 2007
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